3 de Fevereiro – Dia de São Brás

Benção de São Brás na nossa Paróquia

Missas na Matriz – Trindade:

Domingo: 08h, 10h, 18h e 20h.

São Bento – Itacorubi:
Domingo: 8h

Nossa Sra de Guadalupe – M. do Quilombo:
Domingo: 9h30

Santo Agostinho – Pantanal:
Domingo: 19h30

Nossa Sra. Aparecida – Morro da Penitenciária:
Domingo: 9h30

São Francisco de Assis – Poção:
Domingo: 19h30

História cristã

Vindo de família rica, São Brás nasceu em Sebaste, na Armênia, no final do século III. Como era médico, ele procurava auxiliar os pacientes na cura do corpo e da alma, além de evangelizá-los. Durante sua trajetória, o santo foi perseguido e preso por ser um cristão assíduo. Quando as perseguições começaram sob ordem do Imperador, São Brás fugiu para uma caverna, no Monte Argeu, onde cuidou de animais selvagens e, em troca, os tigres, leões e ursos lhe davam comida. Anos depois, os caçadores o encontraram e levaram para o governador da Capadócia. Depois disso, foi trancado em uma cela com a intenção de que morresse de fome. Porém, uma bondosa mulher dava-lhe comida secretamente e, assim, o salvou da morte. Mesmo suportando essa tortura por um tempo, no dia 3 de fevereiro de 316 ele foi morto, tendo a sua cabeça decapitada. Devido a esse fato, o santo é celebrado entre os cristãos nesta data. São Brás realizou diversos milagres em vida e o mais conhecido de todos foi o de salvar uma criança que estava engasgada com uma espinha de peixe. Por conta disso, um gesto que se tornou comum é o de bater nas costas de uma pessoa que está engasgada e invocar o nome do santo até que o problema desapareça.

Louvor a São Brás

“Ó bem-aventurado São Brás, que recebestes de Deus o poder de proteger os homens contra as doenças da garganta e outros males, afastai de mim a doença que me aflige, conservai a minha garganta sã e perfeita para que eu possa falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus. Eu vos prometo, São Brás, que a fala que sair da minha garganta será sempre: de verdade e não de mentira. De justiça e não de calúnias. De bondade e não de aspereza. De compreensão e não de intransigência. De perdão e não de condenação. De desculpa e não de acusação. De respeito e não de desacato. De conciliação e não de intriga. De calma e não de irritação. De desapego e não de egoísmo. De edificação e não de escândalo. De ânimo e não de derrotismo. De conformidade e não de lamúrias. De amor e não de ódio. De alegria e não de tristeza. De fé e não de descrença. De esperança e não de desespero. São Brás, conservai minha garganta livre daquela doença braba para que minhas palavras possam louvar a Deus, meu Criador, e agradecer a vós, meu protetor. Assim seja.”